Caro amigo

Meu amigo.
Conduzes teu filhinho ao pediatra, preservando-lhe a saúde corpórea.
Sabes guiá-lo ao nutricionista, para que se alimente com segurança.
Despendes louvável atenção para que lhe não falte o concurso do cabeleireiro e do alfaiate, a fim de que se apresente
com esmero.
Preocupas-te, como é justo, por situá-lo no convívio de professores distintos, no jardim da infância ou na escola
primária, iluminando-lhe a inteligência.
Contudo, a quem lhe conduzirás o coração para que aprenda a viver?
Não te esqueças do Divino Mestre das Almas e auxilia o tenro companheiro de tua marcha a buscar em Jesus o Doador
das Bênçãos Eternas. Ajuda-o a procurar
no Cristo o cinzelador do caráter, para que o amor puro lhe presida a existência e para que a verdade lhe clareie o caminho.
Neste livro, um amigo das crianças relaciona histórias que Jesus contou para que os pequeninos O encontrem no santuário
do coração.
Lembra-te de que se hoje és o apoio da felicidade de teu filhinho, amanhã será ele o apoio de tua felicidade.
Colherás nele o que houveres plantado - a abnegação ou a indiferença, o trabalho ou a preguiça, a paz ou a discórdia,
a confiança ou a leviandade.
Auxilia-o, pois, a sentir e a pensar com o Celeste Amigo e terás a inspiração do Senhor, assegurando-lhe abençoada luz
ao porvir.


EMMANUEL
(Página recebida pelo médium FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER e usada como
prefácio do livro Histórias que Jesus Contou)

***

No torvelinho do dia-a-dia, é provável que nos esqueçamos de
permitir que Jesus de Nazaré seja parte ativa na educação dos nossos
filhos. Pensamos, erroneamente, que é cedo demais para falar nele, que
os pequenos não entenderão ou que esse é papel das instituições de
ensino ou religiosas.
Vale frisar, todavia, que não obstante estejamos lidando com
criancinhas, estas são espíritos milenares, recebendo na infância uma
oportunidade ímpar de redefinir a própria escala de valores, pelo que
nunca é precoce falar de Jesus de Nazaré. Muito embora as escolas e
templos possam fazê-lo, a palavra dos pais constitui o celo da
legitimidade por algum tempo, na mente dos pequenos, e se consideramos
o Divino Mestre valioso em nossas vidas, é perfeitamente esperável
que o ofertemos aos nossos filhos, bem como fazemos em todos os outros
quesitos da existência na Terra.

(Espmater)

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